Erguem-se os naipes da
orquestra com
o Choir de La Chapelle
Royale
numa exaltação de pompa
e circunstância
de Jean Baptiste Lully...
da escola barroca.
A alma então desliza como
num lago azul
e vai percorrendo caminhos
inusitados,
onde as vozes juntam-se
em linda harmonia,
deixando-me a pensar...
em toda a gênese humana.
Sinto-te então...mesmo
daqui de longe...
como se fosses em mim
uma voz permanente...
da qual meu ser se eleva
e te busca
no percorrer deste destino.
As vozes...as vozes...todas
as vozes...
