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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Morre Lentamente!

poesias e reflexoes



Morre lentamente
 Quem não viaja
Quem não lê,
 Quem não ouve música,
 Quem não encontra graça em si mesmo 
 Morre lentamente
 Quem destrói seu amor próprio,
 Quem não se deixa ajudar.  
 Morre lentamente 
Quem se transforma em escravo do hábito
 Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
 Quem não muda de marca,
 Não se arrisca a vestir uma nova cor ou 
 Não conversa com quem não conhece.
  Morre lentamente
 Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, 
 Justamente as que resgatam o brilho dos  Olhos
 e os corações aos tropeços. 
  Morre lentamente
 Quem não vira a mesa quando está infeliz
  Com o seu trabalho, ou amor,
 Quem não arrisca o certo pelo incerto
  Para ir atrás de um sonho,
  Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
  Fugir dos conselhos sensatos... 
  Viva hoje 
 Arrisque hoje
  Faça hoje
  Não se deixe morrer lentamente.
Mensagens Com amor



terça-feira, 8 de abril de 2014

Folhas de Outono

tempo


Ando tão a flor da pele,
Que todas as minhas emoções estão fora de controle,
Agora cada fato,
Cada ato parece mais marcante,
Valorizo cada momento vivido entre as pessoas que amo,
E gostaria de ter o poder de congelar o tempo,
Só para não perdê-las,
Confesso que essa sensação é um tanto quanto devastadora,
Como explicar que estou sentindo saudades de pessoas que sempre estão tão próximas?
Como explicar que minha mente viaja no tempo,
E refugia-se num passado feliz onde todos estavam vivos,
Assim como minhas lembranças que além de vivas, são únicas e intocáveis.

Sei que isso é uma fuga para não aceitar o presente e o breve futuro,
Que nos distanciará ainda mais,
É difícil aceitar que as pessoas vem e vão deste mundo como as folhas de outono,
Tento buscar compreensão,
Tento aprender uma nova lição a cada dia,
Talvez eu devesse aprender a controlar  mais minhas emoções,
Mas não consigo!
Ando tão a flor da pele
Que desaprendi o que aprendi,
Com a mesma facilidade que não aprendo a controlar mais nada.

Ando tão a flor da pele,
Que aprendi a chorar para libertar-me da saudade,
E essa saudade inexplicável verte-se em lágrimas,
E essas lágrimas saudosas de futuras perdas,
Deixam-me cada vez mais distante de qualquer explicação,
E mais próxima das folhas que vem e vão do outono..
Vanessa P. Sperchi
 http://www.escritoradeartes.com